
SOUND DESIGNER




SOBRE O ESTUDIO
O estúdio é formado por uma estação de trabalho equipada com Protools Studio, Ableton Live Suite, Mac Mini M4, monitores de áudio JBL, além de instrumentos eletrônicos (samplers, grooveboxes e sintetizadores), microfones, amplificadores e instrumentos diversos. Trilha sonora, edição de som, mixagem, produção e edição de foley, gravação de voz over e audiodescrição são alguns dos serviços ofertados no espaço, que também integra um mini Laboratório de eletrônica, onde desenvolve obras de arte eletrônica/sonora e soluções para instalações e trabalhos interativos.


SOBRE MIKE DUTRA
Artista do som, músico, realizador audiovisual, arte educador e técnico de som residente em Fortaleza, Ceará, Brasil.
Pesquisa e produz ferramentas de criação y desenho sonoro para filmes, animações, instalações e outras formas de expressão audiovisuais. Sua trajetória tem origem na música mas a partir de 2015 passa a atuar no audiovisual y no cinema, como diretor, técnico de som direto, compositor de trilha sonora, editor de som e mixador.
No laboratório Tapuia desenvolve composições, na encruza entre arte eletrônica, eletroacústica, música acusmática, radio arte e educação sonora, ampliando o conceito de desenho sonoro de forma multidisciplinar e multimídia.
Como diretor realizou os curtas Não Quero Viver Em Tóquio (2015), Nego Tem Que Se Virar (2017), Paisagem na Garganta (2019), Preces Precipitadas de Um Lugar Sagrado Que Não Existe Mais (2020) e Canto da Luz Negra (inédito). Assina som direto, edição de som, mixagem e trilha de mais de 30 curtas cearenses, do longa Bom Fim (onde também atuou como editor de som e mixador), além de compor equipes de som direto de longas e series como primeiro microfonista. Possui parcerias com espetáculos de teatro, performances e instalações audiovisuais, e desenvolve uma pesquisa focada na construção de artefatos sonoros em hardware e ambientes virtuais.
Em 2015 lançou o EP Capoga Beach e em 2016 o álbum de composições experimentais Poluição, disponíveis no bandcamp.
Foi co-fundador da casa Carnaúba Cultural, espaço independente que movimentou a cena cultural de Fortaleza durante todo ano de 2019, onde atuava como produtor, curador e técnico de som. Na casa foi responsável pela programação do projeto Sonoridades, realizando quinzenalmente a difusão de grupos e artistas emergentes da cena musical da cidade.
Em 2025 integrou a exposição Anunciação: Vou te olhar no vazio imenso, com a obra Organismo (2025). A exposição teve curadoria de Clébson Francisco, e ocupou uma sala no Museu de Arte Contemporânea, no Dragão do Mar, em Fortaleza.